O Aboio está de volta. É o mesmo, porém diferente. Como espaço de escrita que é, volta a servir de desaguadouro a tudo o que me encanta, ou, pelo contrário, me apavora. Depois de tantos anos de afastamento, eu mesma me desreconheço nas postagens mais antigas. Os amores são outros, as causas são outras, é outro o país.
- Olha, mãe, aquele porquinho é rosa, igual eu.
- Igual a mim!
- Igual a eu!
- Não, meu bem, não é assim que se diz. O certo é: O porquinho é igual a mim.
Contrariada:
- Tá bom, mãe! Igual a você!